By Soraya Santos

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quinta-feira, 29 de março de 2012


Toalha Mágica Lepper

A toalhinha vem toda compactada
Você conhece a linha Mágica de toalhas infantis Lepper? Elas são 100% algodão, aveludadas e super macias. Ideias para uso pessoal, tanto para crinaças quanto para adultos que passam o dia fora de casa, na escola ou no trabalho. E você pode usar como quiser. Encontrei estas lindas toalhas a venda em uma loja do centro e comprei por curiosidade. Confesso que um outro motivo da compra foi pelo fato de ser da Barbie. Isso mesmo, gosto da boneca mesmo sendo bem grandinha.
Após retirar da embalagem deixe agir por mais ou menos 5 minutos e pronto
A toalha é super prática. E você pode utilizá-la tanto em bebês, quanto para secar o rosto e n's funções extras. Antes de utilizar, você deve retirar a película protetora da toalhinha e em um recipiente com água por 5 minutos. E pasmem, os 5 minutos fazem a mágica acontecer como em um piscar de olhos. O resultado final vocês podem conferir na foto abaixo:

Após todo o processo concluído é só esperar a toalhinha secar e pronto já pode usá-la
As toalhas custam em média R$5,90 e podem ser encontradas desde lojas de cama, mesa e banho, até em lojas de roupas no centro da cidade. A linha de toalhas mágicas, possui outras estampas como vocês podem ver abaixo:
Linha Hot Weels
É cada uma mais linda que a outra. Os banhos infantis e lavagem de rosto, nunca mais serão os mesmos.

Linha Moranguinho
Atenção! Muito cuidado na hora da transformação da toalhinha. Ela não deve ser aberta à seco. Este procedimento poderá danificar o produto e a imagem gravada na toalha. E muita atenção pais! Não deixem as crianças farem isso sozinhas. Participem de todas as etapas, é mais divertido quando a família participa destes pequenos processos.

Eu, já escolhi a minha. E vocês?

Beijão
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segunda-feira, 12 de março de 2012


Meia-calça - Você sabe usar?

Sempre fui apaixonada por meia-calças e já usava antes da tendência se tornar uma febre
Vocês sabem porque as meia-calças cada dia que passa ganham mais espaço em nosso guarda-roupa? Já se perguntaram, por exemplo, por que usar meia-calça? Meu objetivo é tentar explicar para vocês, certo! As meia-calças valorizam nossas pernas tanto no inverno como em qualquer outra estação do ano. Elas são uma ótima opção para quem quer esconder aqueles pêlos indesejáveis. Sabe quando sua vida está a mil por hora e não sobra tempo nem para cuidar de você mesma?
São nestas horas que aparecem aqueles convites para uma balada que exige aquele vestido base, maravilhoso, que deixa suas pernas a mostra. Desistir? Nem pensar. É ai que as meias calças assumem seu papel de salva-vidas. Além disso, as meia-calças são como um coringa ajuda a renovar o look e esquentar as pernas. Disfarçam varizes e de quebra cortam a vergonha de mostrar as pernas. Elas caem bem com shorts (como vocês podem observar na foto acima), saias, vestidos longuetes ou curtos. E para vestir os pés, escolha botas, peep toes, oxfords, tênis baixinho e sapatilhas. Vai ficar um arraso.

Modelos de meia calça estampada

Tons pretos combinam com quase tudo. Por isso, se você ainda não tem meia-calça, corra já a uma loja mais próxima de sua casa e tenha pelo menos duas no seu guarda-roupa. Fique atenta a escolha do sapato. E por favor, gente nada de branco. O sapato branco quebra a base do seu corpo e cria uma aparência estranha. E isso com toda certeza você não vai querer, não é?!
Coloridas, estampadas, neutras, rendadas, enfim, elas são um luxo. E como existe uma infinidade de tons de meias para elevar seu look, o mais importante é escolher apenas uma cor que combine com a peça que irá usar.
E então, gostou da dica? Já sabe qual usar?
Boa sorte na escolha e até o próximo post.
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Cuidados que devemos ter ao comprar sapatos


Este foi o sapato que tive que jogar no lixo. Lindo, não acham? Mais traiçoeiro

Oi, hoje vou falar um pouco sobre uma situação chata que passei e gostaria de compartilhar com vocês. A mais ou menos um ano, comprei um sapato lindo da Moleca (foto) para usar no trabalho. Ele era baixo, confortável e lindo. Porém, tinha um único defeito em meio a tantas qualidades: um dos pares ficava saindo do meu pé quando eu andava. Nos primeiros dias, um dos pares já demonstrava ser mais apertado que o outro, mas preferi não trocar. Estava encantada por aquele modelo e talvez não encontrasse nenhum igual. Achando que com o tempo tudo iria se ajeitar e fiquei com ele. Mas o danadinho era traiçoeiro. Certo dia, após descer do ônibus, que estava sem um dos pares nos pés. Tudo isso por que uma das formas era maior. Na hora fiquei roxa de vergonha e voltei rapidinho para pegar o indivíduo que insistia em sair do meu pé. (Rs). Hoje é engraçado, mas no dia fiquei chateada. Tive que ficar prendendo o sapato no pé o dia inteiro e para completar, se olhassem bem para mim notariam algo esquisito. Por sorte o sapato saiu na parada, agora imagem a situação se ele tivesse saído do meu pé e ficado no degrau do ônibus?! Conseguem imaginar a situação? Ninguém merece, não é mesmo?
Desde então, não usei mais. Deixei-o guardado na sapateira e esses dias resolvi fazer uma faxina nos meus sapatos e quando o vi pensei: "Não serve para mim, nem para ninguém!". E resolvi jogar no lixo para reciclagem. Após o episódio, fiquei mais atenta ao comprar meus sapatos e resolvi seguir as dicas da Associação Brasileira de Podólogos e gostaria de dividir com vocês para que fiquem espertos também e não cometam mais os mesmos erros.

Abaixo, confira as dicas da Associação de Podólogos:

Meça ambos os pés, pois normalmente um é ligeiramente mais comprido que o outro. Faça isso em pé, para obter um resultado mais correto. Quando for comprar um sapato, experimente o calçado no pé mais comprido;
É melhor experimentar sapatos no fim da tarde, porque os pés tendem a inchar ao longo do dia;
Leve em conta que o chão da loja pode ser forrado com material macio, fazendo com que sapatos que não calçam bem pareçam momentaneamente confortáveis;
Evite os de verniz ou material sintético, pois não cedem quando andamos.

Melissa Campana
Recentemente, ganhei esta sapatilha da Melissa Campana e segui as regras da Associação bem direitinho. Mais o inevitável aconteceu e quando cheguei em casa que calcei a sapatilha para mostrar a minha mãe, adivinhem? Estava saindo do meu pé. Como estava tarde, resolvi voltar a loja no dia seguinte. O defeito era no meio da sapatilha, ela era mole e devido ao seu formato perdia a sua resistência ao andar. Contudo as vendedoras ainda quiseram me convencer a ficar com a sapatilha, mas insisti e trocaram. Ufa! Dinheiro no lixo, nunca mais! Paguei e mereço algo digno para os meus pés. Algo que não os incomode e que não me cause desconforto. E vocês já passaram por alguma situação do tipo? Já compraram um sapato ou ganharam e tiveram que trocar por que o mesmo causava desconforto?


Fica a dica para a próxima compra!
Beijão
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011


Estabelecimentos não podem estipular valor de compra, diz CDC


Alguns estabelecimentos descumprem regras de uso do cartão de crédito, o famoso “dinheiro de plástico” estipulando valor mínimo de compra, o que não é aceitável.
O CDC (Código de Defesa do Consumidor) proíbe esse tipo de prática que ainda é muito comum em restaurantes, lojas de conveniência, entre outros.
E quando o comércio ignora essa regra, estabelecendo valores mínimos (por exemplo: compras com cartão de crédito só serão aceitas acima de R$15, errado!) para passar o cartão e simplesmente não vendem determinadas mercadorias com a utilização do “dinheiro de plástico”.
Quase sempre, o consumidor é obrigado a comprar um produto extra para inteirar o valor mínimo. Compram até o que não precisam por que só estão com o cartão de crédito no momento e precisam pagar a conta.
Os comerciantes alegam que fica inviável vender recargas de celular ou maços de cigarro no cartão porque esses produtos geram prejuízo para a loja quando adquiridos com cartão. Uma falha pois lojas grandes como supermercados oferecem este tipo de serviço. Se o consumidor ficar satisfeito com o serviço do lugar, poderá até voltar outras vezes aquele estabelecimento, porém se sentir-se constrangido poderá não voltar mais aquele local e dar péssimas referências.
Aconteceu comigo um caso parecido com este, aliás foram dois casos parecidos:
  • Uma vez fui fazer umas comprinhas pequenas em lojinha que vende variedades e tudo "no preço" no centro e na hora de pagar o rapaz do caixa disse que só aceitava cartão de crédito para compras de no mínimo R$10;
  • O segundo caso, foi em restaurante que não aceitava cartão de crédito. Só débito. Por sorte eu estava com dinheiro para pagar a conta.
Nos dois casos citados não fui atrás do CDC para denunciar por questão de bom senso. Não me senti constrangida por que estava com pressa no primeiro caso e no segundo tinha como pagar com outro cartão ou em dinheiro, mas deixo claro a quem tiver passado por um dos casos citados acima que procurem seus direitos.
Não existe essa história de valor mínimo para pagamento com cartão de crédito e se você quiser comprar um tic tac, halls ou até uma banana no cartão, você compra.
O ideal mesmo é ter o cliente em primeiro lugar, respeitar as regras do CDC, evitar transtornos e perder vendas e clientes. Fica a dica para estes estabelecimentos que não cumprem estas regras.
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Quem sou eu

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Virginiana, curiosa, apaixonada por animais (em especial cães e gatos), inquieta, embora pareça ser uma pessoa calma minha mente ferve a cada segundo por informações. Quer saber mais? Leia o meu blog e descubra. Beijão