By Soraya Santos

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terça-feira, 24 de maio de 2011


PARA O DIA DAS MÃES... SÓ MÃE FAZ ISSO…




Mãe é o melhor presente

Que nos dá a natureza

E ela já começa cuidar bem da gente

Logo que da sua gravidez tem certeza.

E assim que a gente nasce

Ela diz: Deixa-me pegar no meu bebê

Chora de tanta alegria

Que quem está perto dá logo pra perceber…

Que ela já se esqueceu da grande dor

Porque no rosto dela já voltou o brilho

Por ter dado a luz a um lindo filho

Que há tempo esperava com muito amor.

E no terceiro dia

Sai voando sem ter asa

Com o bebê a tira-colo

Pra chegar logo em casa.

Quando o bebê começa a chorar

Ela tira um peito e bota pra fora

Encosta a boquinha na teta

E deixa o bebê mamar.

Quando o nenê molha a fralda

Ela está sempre ali

Alegre e dizendo: criança

Você não fez só o xixi.

Quebra a frieza da água

Enxágua e depois enxuga

Bota talco ou óleo Johnson

Troca ligeiro à fralda

E diz: Esse bebê não é sonso

De tão cheiroso não quer dormir.

Ela dá o peito novamente

Bota o menino no berço

E ele abre um olho e fecha o outro

E ela diz: Garoto você é muito inteligente.

Ela faz pra ele uma careta

Envolve-o com uma cobertinha

E na ponta da fraldinha

Ela amarra uma chupeta.

E a canção de ninar,

Que ela começa a cantar, diz

Que o nenê não é besta

E continua a cantarolar.



*Nota: O poema acima é de autoria do Poeta Valdir Santiago. O Sr. Valdir, como eu chamo, embora muitos chamem-o de "Poeta", me enviou este poema para que eu postasse aqui no dia das mães (08 de maio), mas acabei esquecendo. E peço mil desculpas por isso. E antes que o mês das mães termine e já que todo o dia é dia das mães. Aí está o poema. Espero que tenham gostado e até o próximo post.


Bjú
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domingo, 20 de março de 2011


Sensações e emoções

Quem chora ama...
Quem ama sofre...
Quem sofre sente...
Quem sente grita...
Quem grita chama...
Quem chama quer...
Quem quer pede...
Quem pede ganha...
Quem ganha perde...
Quem perde... Acha
Quem acha sorri...
Quem sorri é feliz...
Quem é feliz ama.

Autor: Poeta Valdir Santiago.
Do meu primeiro livro:
Sensibilidade em gotas – Poesias

http://poetasantiago.blogspot.com/
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PARA A GENTE REFLETIR

Orgulho, vaidade e hipocrisia
Não têm vínculo com a felicidade
E nem fazem parte da sabedoria.

É triste, mas é verdade também
Que ainda existe tanta gente que
Nem sabe como é gostoso fazer o bem.

E essa gente seria mais útil
Se não desperdiçasse o tempo
Fazendo coisa pequena e tão fútil.

Se a vida é tão passageira
Pra que perder a liberdade
E a gente fazer tanta besteira?

Por que a oportunidade desperdiça
Usando a falsidade em todo canto
E, entretanto preservando a preguiça?

Vamos converter esses corações
Corrigindo deles todo defeito
Para que o amor neles seja perfeito.

E para que todos os irmãos vivam felizes
Façamos com as crianças e os adultos
Uma aliança pra vivermos no amor absoluto.

POema do meu primeiro livro: Sensibilidade em Gotas.
Edição esgotada.
Abraços do autor Poeta: Valdir Santiago.

http://poetasantiago.blogspot.com/

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011


Sensações e emoções

Quem chora ama...
Quem ama sofre...
Quem sofre sente...
Quem sente grita...
Quem grita chama...
Quem chama quer...
Quem quer pede...
Quem pede ganha...
Quem ganha perde...
Quem perde... Acha
Quem acha sorri...
Quem sorri é feliz...
Quem é feliz ama.

Autor: Poeta Valdir Santiago.
De seu primeiro livro:
Sensibilidade em gotas – Poesias
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sexta-feira, 30 de julho de 2010


Compensação

Hoje que queria abrir um álbum de fotografias, onde não houvesse gente de olhos duros e mãos aduncas. Onde umas boas senhoras pousassem no papel com delicadeza, não para sobreviverem eternamente, mas para mandarem seu retrato às amigas com finas letras de “sincera afeição”. Um álbum onde aparecessem uns bons velhotes que não faziam negociatas, que não sabiam multiplicar dinheiro, que usavam roupas desajeitadas, sofriam de reumatismo, liam Virgílio e Horácio, e não tinham medo de fantasmas do porão. De lá de dentro de seus retratos essas senhoras estariam dizendo: “Meus filhos, nada disso vale a pena...” (E saberíamos que falavam de parentes sôfregos, ávidos de partilhas, uns querendo herdar as terras do morro – outros, a mata; outros, a várzea – todos vivendo já do testamento, antes mesmo da extrema-unção...) Hoje eu queria ficar folheando este álbum, onde não desejaria encontrar aqueles herdeiros.

Hoje eu queria ler uns livros que não falam de gente, mas só de bichos, de plantas, de pedras: um livro que me levasse por essas solidões da Natureza, sem vozes humanas, sem discursos, boatos, mentiras, calúnias, falsidades, elogios, celebrações... hoje eu queria apenas ver uma flor abrir-se, desmanchar-se, viver sua existência autêntica, integral, do nascimento à morte, muito breve, sem borboleta nem abelha de permeio. Uma existência total, no seu mistério. (E antes da flor? – Não sei.).

Esta ignorância humana. Este silêncio do universo. A sabedoria. Hoje eu queria estar entre as nuvens, na velocidade das nuvens, na sua fragilidade, na sua docilidade de ser e deixar de ser. Livremente. Sem interesse próprio. Confiante. À mercê da vida. Sem nenhum sonho de durarem um pouco mais, de ficarem no céu até o ano 2000, de terem emprego público, férias, abono de Natal, montepio, prêmio de loteria, discurso à beira do túmulo, nome em placa de rua, busto no jardim... (Ó nuvens prodigiosas, criaturas efêmeras que estais tão alto e não pretendeis nada, e sois capazes de obscurecer o sol e de fazer frutificar a terra, e não tendes vaidade nenhuma nem apego a esses ocasos!) Hoje eu quereria andar lá em cima nas nuvens, com as nuvens, pelas nuvens, para as nuvens...

Hoje eu quereria estar no deserto amarelo, sem beduíno, camelo ou rebanho de cabras: no puro deserto amarelo onde só reina o vento grandioso que leva tudo, que não precisa nem de água, nem de areia, nem de flor, nem de pedra, nem de gente. O vento solitário que vai para longe de mãos vazias.

Hoje eu queria ser esse vento.

(Cecília Meireles, Escolha o seu sonho)

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Um outro coração

Mãe seria melhor se eu tivesse
Um coração de gelo ou de metal?!?
Ou talvez de pedra ou de madeira,
desde que portasse como tal!...
Um coração que à sua maneira
não mais permitisse que eu sofresse

Com a punhalada que me dá a ingratidão!
Um coração que me tirasse dos ouvidos
o pranto dos enfermos em hospital!
Um coração que me tirasse dos sentidos
o pranto das crianças sem os pais!
E que jamais sentisse a Solidão!

E que não sentisse o medo nem a dor!
Um coração que se tornasse indiferente
mata a fome que ceifa tantas vidas!
E que me tornasse auto-suficiente,
com artérias ou veias doloridas!
E que jamais sentisse a falta de amor!

Ah! ainda assim eu seria infeliz!
Somente um coração de fibras musculares
(desses que guardam a virtude e o pecado)
Pode sentir a paz que ainda há nos lares
As esperanças que há no campo semeado!
eu poderei um dia ainda ser feliz...

Quando fizer mais por alguém que ainda chora,
e agradar a Deus o coração que tenho agora!

José Edmar Cisne
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quarta-feira, 28 de julho de 2010


Liberdade





A escritora carioca Cecília Meireles. Nascida na cidade do Rio de Janeiro em 07/11/1901, apareceu no meio literário em 1919 com o livro de poemas Espectros. Morreu em09/11/1964.


O conto narrado chama-se “Liberdade” do livro de contos “Escolha o seu sonho”
“Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra LIBERDADE, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se tem até morrido com alegria e felicidade.
Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferível à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam “Liberdade, Igualdade e Fraternidade!”. Nossos avós cantaram: “Ou ficar a Pátria livre ou morrer pelo Brasil!”; nossos pais pediam: “Liberdade! Liberdade! – abre as asas sobre nós”, e nós recordamos todos os dias que “o sol da liberdade em raios fúlgidos – brilhou no céu da Pátria…” – em certo instante.
Somos, pois criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amá-la, combater e certamente morrer por ela.
Ser livre – como diria o famoso conselheiro… – é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo que partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho… Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autônomo e de teleguiado – é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Supondo que seja isso.)
Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes.
Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sono das crianças deseja ir. (Às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso…).
Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!…) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento!…
Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.
E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêndio para chegarem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da Liberdade nas mãos!…
São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da LIBERDADE. Para alcançá-la estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.
Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos que falam de asas, de raios fúlgidos – linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos construtores de Babel…”
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Reflexão

O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!
Madre Tereza de Calcutá
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terça-feira, 27 de julho de 2010


Se eu deixasse o meu coração gritar


Não sou criança
Nem sou mulher
Acho que sou uma jovem sonhadora
Em busca de uma flor

Algumas pessoas não percebem
Mas se olharem bem no fundo dos meus olhos
Veram o que existe em meu coração
E conseguirão desvendar os meus mistérios

Sempre sonhei com um príncipe encantado (aliás, quem nunca sonhou?)
Montado em um cavalo
E que me levasse para seu castelo
Bem longe daqui

Mais ai acordo
E vejo que sonhos nem sempre são reais
Olho a minha volta
Não vejo nada

Procuro no universo
A alegria de uma flor
Encontro a felicidade
E conheço o seu amor

Caiu em tentação
Uma libélula me levanta
Vejo um paraíso
E vou ao teu encontro

Juntos formaremos
Um único ser
Uma única alma
Penso em nós dois

Se eu deixasse o meu coração gritar
Gritaria sentimentos que incomodam
Destroem
Mas que no fim

É cheio de amor
Compreensão
Respeito e
Fidelidade.


*Obs.: Escrevi este poema em uma aula de redação em 2005. Quando eu o fiz, estava inspirada na letra da música I'm Not A Girl, Not Yet A Woman do filme Crossroads - Amigas para Sempre da cantora americana que curto Britney Spears.
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quinta-feira, 24 de junho de 2010


Mensagem

Aqui na terra devemos ser a chama
que ilumina as trevas.
Devemos ser a água que mata a sêde
de todos que atravessam a vida
sequiosos de amor, compreensão
e incentivo.
Devemos consolar aos que choram
aos desajustados e isolados
da sociedade.
Devemos encorajar aos fracos
em busca do ideal almejado.
Devemos visitar azilos, comunidades,
favelas etc, dar apoio aos
menores, levar a todos um sorriso
alegre, aliviar a dor e o
sofrimento.
Devemos mostrar a infinita
bondade de Deus, falar sobre
a beleza do cosmo, da natureza,
o calor do sol, a suavidade da
lua, o esplendor das estrelas
e o perfume das flores.

Mensagem - Cochicho poemas Belinha. Pág. 4. Brasília-DF - 1987-
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Há momentos

Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nosso sonhos e abraça-la.

Sonhe com aquilo que você quiser
Seja o que você quer ser

Porque você possui apenas uma vida
E nela só se tem uma chance
De fazer aquilo que se quer

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte
Tristeza para fazê-la humana
Esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
Não têm as melhores coisas
Elas sabem fazer o melhor
Das oportunidades que aparecem
Em seus caminhos.

A felicidade para aqueles que choram
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre
E para aqueles que reconhecem
A importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
É baseado num passado intensamente vivido
Você só terá sucesso na vida
Quando perdoar os erros e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.

A vida não é de se brincar
Porque num belo dia se morre.

Clarice Linspector
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quarta-feira, 9 de junho de 2010


Mensagem linda que recebi da minha amiga Arminda Nery no orkut

"Abençoados os que possuem amigos,os que os têm sem pedir.Porque amigo não se pedenão se compra nem se vendeamigo a gente sente!Benditos os que sofrem por amigosos que falam com o olhar.Porque amigo não se calanão questiona nem se rendeamigo a gente entende!Benditos os que guardam amigosos que entregam o ombro pra chorar.Porque amigo sofre e choraamigo não tem horapra consolar!Benditos sejam todos os amigosque acreditam na tua verdadeou te apontam a realidade.Porque amigo é a direçãoé a base, quando falta o chão.Benditos sejam todos os amigosde raízes, verdadeiros.Porque amigos são herdeirosda real sagacidade.Ter amigos é a melhor cumplicidade!"
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segunda-feira, 3 de maio de 2010


Uma poesia de Luciano de Carvalho para refletir sobre trânsito.

"Olho no retrovisor...
Arrumo os cabelos com as mãos.
Mudei a cor do meu cabelo,
Sou de qualquer jeito
Mulher sem idade.
Olho em volta
Vejo vitrines...
Penso...
Vou a pé. Elegante e
Sem nome, apenas
Mulher."
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sábado, 6 de março de 2010


JARDIM DAS BORBOLETAS (Mário Quintana)

Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela.

Percebe também que aquela pessoa que você ama ou acha que ama, e que não quer nada com você, definitivamente, não é a pessoa da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você..!
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009


O poeta que estimo...

"Bom dia!" Foi assim que ele iniciou o scrap que escreveu para mim no orkut no dia 29 de outubro deste ano, com um de seus belíssimos poemas. Leia-o abaixo:

SEM AMOR NÃO DÁ PRA VIVER

Se você não tiver amor
Dentro do seu coração
Não vai considerar as pessoas
Nem conviver numa boa
Com nenhum dos seus irmãos:

Pois só o amor destrói
Uma insuportável relação
E faz de qualquer um
Um grande herói
Com muita perfeição.

Não dá pra viver
E sentir o prazer
Numa vida sem amor
Sem querer sentir
Daquela fruta o sabor.

Desse jeito
Você perde
Pela vida
O respeito.

Você olha pra dentro de si
Não vê nada, nem dentro
Do seu peito…
Onde deveria ter um coração
Batendo pela vida cheio de emoção.

Aí, você nem se dá conta
Que o amor apronta
E também desaponta…

Pois sem amor
Não se vive não
E sem encontrar
A beleza da vida,
Meu irmão,…

Autor: Poeta Valdir Santiago.
Veja o perfil do poeta Valdir no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&uid=11112112579339058428
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Quem sou eu

Minha foto
Virginiana, curiosa, apaixonada por animais (em especial cães e gatos), inquieta, embora pareça ser uma pessoa calma minha mente ferve a cada segundo por informações. Quer saber mais? Leia o meu blog e descubra. Beijão