terça-feira, 24 de maio de 2011
PARA O DIA DAS MÃES... SÓ MÃE FAZ ISSO…
domingo, 20 de março de 2011
Sensações e emoções
Quem ama sofre...
Quem sofre sente...
Quem sente grita...
Quem grita chama...
Quem chama quer...
Quem quer pede...
Quem pede ganha...
Quem ganha perde...
Quem perde... Acha
Quem acha sorri...
Quem sorri é feliz...
Quem é feliz ama.
Autor: Poeta Valdir Santiago.
Do meu primeiro livro:
Sensibilidade em gotas – Poesias
http://poetasantiago.blogspot.com/
PARA A GENTE REFLETIR
Orgulho, vaidade e hipocrisia
Não têm vínculo com a felicidade
E nem fazem parte da sabedoria.
É triste, mas é verdade também
Que ainda existe tanta gente que
Nem sabe como é gostoso fazer o bem.
E essa gente seria mais útil
Se não desperdiçasse o tempo
Fazendo coisa pequena e tão fútil.
Se a vida é tão passageira
Pra que perder a liberdade
E a gente fazer tanta besteira?
Por que a oportunidade desperdiça
Usando a falsidade em todo canto
E, entretanto preservando a preguiça?
Vamos converter esses corações
Corrigindo deles todo defeito
Para que o amor neles seja perfeito.
E para que todos os irmãos vivam felizes
Façamos com as crianças e os adultos
Uma aliança pra vivermos no amor absoluto.
POema do meu primeiro livro: Sensibilidade em Gotas.
Edição esgotada.
Abraços do autor Poeta: Valdir Santiago.
http://poetasantiago.blogspot.com/
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Sensações e emoções
Quem ama sofre...
Quem sofre sente...
Quem sente grita...
Quem grita chama...
Quem chama quer...
Quem quer pede...
Quem pede ganha...
Quem ganha perde...
Quem perde... Acha
Quem acha sorri...
Quem sorri é feliz...
Quem é feliz ama.
Autor: Poeta Valdir Santiago.
De seu primeiro livro:
Sensibilidade em gotas – Poesias
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Compensação
Hoje que queria abrir um álbum de fotografias, onde não houvesse gente de olhos duros e mãos aduncas. Onde umas boas senhoras pousassem no papel com delicadeza, não para sobreviverem eternamente, mas para mandarem seu retrato às amigas com finas letras de “sincera afeição”. Um álbum onde aparecessem uns bons velhotes que não faziam negociatas, que não sabiam multiplicar dinheiro, que usavam roupas desajeitadas, sofriam de reumatismo, liam Virgílio e Horácio, e não tinham medo de fantasmas do porão. De lá de dentro de seus retratos essas senhoras estariam dizendo: “Meus filhos, nada disso vale a pena...” (E saberíamos que falavam de parentes sôfregos, ávidos de partilhas, uns querendo herdar as terras do morro – outros, a mata; outros, a várzea – todos vivendo já do testamento, antes mesmo da extrema-unção...) Hoje eu queria ficar folheando este álbum, onde não desejaria encontrar aqueles herdeiros.
Hoje eu queria ler uns livros que não falam de gente, mas só de bichos, de plantas, de pedras: um livro que me levasse por essas solidões da Natureza, sem vozes humanas, sem discursos, boatos, mentiras, calúnias, falsidades, elogios, celebrações... hoje eu queria apenas ver uma flor abrir-se, desmanchar-se, viver sua existência autêntica, integral, do nascimento à morte, muito breve, sem borboleta nem abelha de permeio. Uma existência total, no seu mistério. (E antes da flor? – Não sei.).
Esta ignorância humana. Este silêncio do universo. A sabedoria. Hoje eu queria estar entre as nuvens, na velocidade das nuvens, na sua fragilidade, na sua docilidade de ser e deixar de ser. Livremente. Sem interesse próprio. Confiante. À mercê da vida. Sem nenhum sonho de durarem um pouco mais, de ficarem no céu até o ano 2000, de terem emprego público, férias, abono de Natal, montepio, prêmio de loteria, discurso à beira do túmulo, nome em placa de rua, busto no jardim... (Ó nuvens prodigiosas, criaturas efêmeras que estais tão alto e não pretendeis nada, e sois capazes de obscurecer o sol e de fazer frutificar a terra, e não tendes vaidade nenhuma nem apego a esses ocasos!) Hoje eu quereria andar lá em cima nas nuvens, com as nuvens, pelas nuvens, para as nuvens...
Hoje eu quereria estar no deserto amarelo, sem beduíno, camelo ou rebanho de cabras: no puro deserto amarelo onde só reina o vento grandioso que leva tudo, que não precisa nem de água, nem de areia, nem de flor, nem de pedra, nem de gente. O vento solitário que vai para longe de mãos vazias.
Hoje eu queria ser esse vento.
(Cecília Meireles, Escolha o seu sonho)
Um outro coração
Um coração de gelo ou de metal?!?
Ou talvez de pedra ou de madeira,
desde que portasse como tal!...
Um coração que à sua maneira
não mais permitisse que eu sofresse
Com a punhalada que me dá a ingratidão!
Um coração que me tirasse dos ouvidos
o pranto dos enfermos em hospital!
Um coração que me tirasse dos sentidos
o pranto das crianças sem os pais!
E que jamais sentisse a Solidão!
E que não sentisse o medo nem a dor!
Um coração que se tornasse indiferente
mata a fome que ceifa tantas vidas!
E que me tornasse auto-suficiente,
com artérias ou veias doloridas!
E que jamais sentisse a falta de amor!
Ah! ainda assim eu seria infeliz!
Somente um coração de fibras musculares
(desses que guardam a virtude e o pecado)
Pode sentir a paz que ainda há nos lares
As esperanças que há no campo semeado!
eu poderei um dia ainda ser feliz...
Quando fizer mais por alguém que ainda chora,
e agradar a Deus o coração que tenho agora!
José Edmar Cisne
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Liberdade

A escritora carioca Cecília Meireles. Nascida na cidade do Rio de Janeiro em 07/11/1901, apareceu no meio literário em 1919 com o livro de poemas Espectros. Morreu em09/11/1964.
O conto narrado chama-se “Liberdade” do livro de contos “Escolha o seu sonho”
“Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra LIBERDADE, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se tem até morrido com alegria e felicidade.
Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferível à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam “Liberdade, Igualdade e Fraternidade!”. Nossos avós cantaram: “Ou ficar a Pátria livre ou morrer pelo Brasil!”; nossos pais pediam: “Liberdade! Liberdade! – abre as asas sobre nós”, e nós recordamos todos os dias que “o sol da liberdade em raios fúlgidos – brilhou no céu da Pátria…” – em certo instante.
Somos, pois criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amá-la, combater e certamente morrer por ela.
Ser livre – como diria o famoso conselheiro… – é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo que partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho… Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autônomo e de teleguiado – é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Supondo que seja isso.)
Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes.
Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sono das crianças deseja ir. (Às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso…).
Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!…) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento!…
Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.
E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêndio para chegarem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da Liberdade nas mãos!…
São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da LIBERDADE. Para alcançá-la estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.
Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos que falam de asas, de raios fúlgidos – linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos construtores de Babel…”
Reflexão
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!
Madre Tereza de Calcutá
terça-feira, 27 de julho de 2010
Se eu deixasse o meu coração gritar
Não sou criança
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Mensagem
Há momentos
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Mensagem linda que recebi da minha amiga Arminda Nery no orkut
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Uma poesia de Luciano de Carvalho para refletir sobre trânsito.
Arrumo os cabelos com as mãos.
Mudei a cor do meu cabelo,
Sou de qualquer jeito
Mulher sem idade.
Olho em volta
Vejo vitrines...
Penso...
Vou a pé. Elegante e
Sem nome, apenas
Mulher."
sábado, 6 de março de 2010
JARDIM DAS BORBOLETAS (Mário Quintana)
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
O poeta que estimo...
SEM AMOR NÃO DÁ PRA VIVER
Se você não tiver amor
Dentro do seu coração
Não vai considerar as pessoas
Nem conviver numa boa
Com nenhum dos seus irmãos:
Pois só o amor destrói
Uma insuportável relação
E faz de qualquer um
Um grande herói
Com muita perfeição.
Não dá pra viver
E sentir o prazer
Numa vida sem amor
Sem querer sentir
Daquela fruta o sabor.
Desse jeito
Você perde
Pela vida
O respeito.
Você olha pra dentro de si
Não vê nada, nem dentro
Do seu peito…
Onde deveria ter um coração
Batendo pela vida cheio de emoção.
Aí, você nem se dá conta
Que o amor apronta
E também desaponta…
Pois sem amor
Não se vive não
E sem encontrar
A beleza da vida,
Meu irmão,…
Autor: Poeta Valdir Santiago.
Veja o perfil do poeta Valdir no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&uid=11112112579339058428