By Soraya Santos

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quarta-feira, 7 de março de 2012


A Mentira


Sinopse: Olive (Emma Stone) é uma menina discreta cuja presença não era notada por ninguém, além de sua amiga Rhiannon (Alyson Michalka). Ela é convidada por sua amiga para passar um fim de semana acampando e como desculpa Olive decide inventar um encontro para fugir do convite. O fim de semana acaba e Rhiannon quer saber como foi o encontro e, para manter a história Olive diz que perdeu sua virgindade com o cara (imaginário - que até então sua amiga não conhece e não sabe da mentira). Só que Olive jamais imaginaria que a notícia seria ouvida por Marianne (Amanda Bynes), uma aluna crente da escola. E o que deveria ser apenas uma desculpa para fugir de um fim de semana na casa da amiga virou um boato e tanto. Marianne logo espalha para os demais alunos que passam a olhar para Olive diferente. A garota então decide levar sua farsa a diante e agora sente que precisa de ajuda. Seus pais são os únicos que sabem da verdade entrelinhas e ficam confusos com os comportamentos estranhos da filha.

Opinião: O filme é bom para ser visto pela garotada que ainda não consegue definir o que sente e não consegue se manifestar utilizando uma barreira de mentiras para fugir da verdade. O filme mostra as consequências que uma mentira por menor que seja pode causar na vida de uma pessoa. Ela destrói lares, amizades sinceras, chateia, deprimi e não faz bem a saúde de quem a pratica. As consequências podem ser trágicas, portanto muito cuidado. Pense e reflita bem antes de dizer algo que possa te fazer mal no futuro.

Dicionário: De acordo com o dicionário da Academia Brasileira de Letras quer dizer - mentira (men.ti.ra) s.f. 1. Afirmação contrária à verdade; engano, falsidade, falácia: Mesmo diante das provas e das testemunhas, o acusado insista em suas mentiras. 2.  Falsa aparência; ilusão, engano: Julgou ter encontrado o amor eterno, mas era mentira.
Mentir é uma afirmação como verdadeiro o que é falso. Enganar, ludibriar, induzir ao erro e iludir são alguns dos significados e artimanhas do mentiroso.

Recado: Já ouviu falar naquele ditado popular da vovô que: "Mentira tem perna curta!" Quanto mais você mente, mais as pessoas vão se afastando de você. Seja verdadeiro, original, não tenha medo de assumir quem realmente é. Seja quem você quiser ser, mas antes de tudo - Seja Você!

Boa sorte!
Beijão

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011


Relato de uma jovem traida pela ilusão do mundo. Mostrem aos seu filhos,alunos,amigos...

"Olá,Professores!
Pensei em vocês que trabalham diretamente com jovens e suas famílias...



Essa é a realidade de nosso mundo!!
Cuidado !!!


Eis aqui um testemunho autêntico.

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no
momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane
minha amiga escrever esta carta que será
endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja
tarde demais:

Eu era uma jovem 'sarada', criada em uma excelente
família de classe média alta Florianópolis. Meu pai é
Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou
sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e
o que tem e melhor,inclusive liberdade que eu nunca soube
aproveitar.

Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e
manequim para a Agência Kasting e fui até o final do
concurso que selecionou as novas Paquitas
do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um
Book na Agência Elite em São Paulo.

Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a
atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de
'Floripa', Coração de Jesus. Tinha todos os
garotos do colégio aos meus pés.

Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema,
curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a
oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino
começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de
amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.
Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais
apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no
'Bude', famoso barzinho na Rua XV.

À noite fomos ao 'PROEB' e no 'Pavilhão
Galego' tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.
Aquela movimentação de gente era trimaneira''.

Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava
escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha
ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de OKTOBER,
tomei o meu primeiro porre de CHOPP.

Que sensação legal curti a noite inteira
'doidona', beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas
amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com
guaraná para enganar os 'meganha', porque menor
não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os
otários' não percebiam.

Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase
em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.. Deram-me umas
injeções de glicose para melhorar. Quando fui
ao apartamento quase 'vomitei as tripas', mas o meu
grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor
de cabeça horrível, um mal estar daqueles como
tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de
S. Paulo, que alugaram um ap' no mesmo prédio. Nem
imaginava que naquele dia eu estava sendo
apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no
sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da
manhã fomos ao 'ap' dos garotos para curtir o
restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso
baseado'Cigarro de Maconha', que me ofereceram.

No começo resisti, mas chamaram a gente de 'Catarina
careta', mexeram com nossos brios e acabamos
experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de
baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora
experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma o 'Marcos', fazia
carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser
cocaína. Ofereceram-me,mas não tive coragem naquele dia.
Retornamos a 'Floripa' mas percebi que alguma coisa
tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas
experiências, e não demorou muito para eu novamente
deparar-me com meu assassino 'DRUGS'.
Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando
comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem
perceber, eu já era uma dependente química, a partir do
momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.

Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com
esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um
monte de porcaria.

Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com
sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não
compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada
um cedia para diluir o pó.

No início a minha mesada cobria os meus custos com as
malditas, porque a galera repartia e o preço era
acessível. Comecei a comprar a 'branca' a R$ 10,00
o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$
20,00 a boa, e eu precisava no minimo 5 doses diárias.

Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus
'novos amigos'. Às vezes a gente conseguia o
'extasy', dançávamos nos 'Points' a noite
inteira e depois... farra!

O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais
perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles
não tinham nada a ver com a minha vida...

Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou
trocar por drogas....Aos poucos o dinheiro foi faltando e
para conseguir grana fazia programas com uns velhos que
pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para
conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha
família foi se desestruturando.
Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.
Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para
tentar reverter o quadro.
Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas
logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola,
bons amigos e família.
Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi
decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS,
não sei se me picando, ou através de relações sexuais
muitas vezes sem camisinha.

Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os
homens pagavam mais para transar sem camisinha.

Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço,
foram acabando, família,amigos,pais, religião, Deus, até
Deus, tudo me parecia ridículo.

Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou
deixar de amá-los.

Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a
joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg, horrível,
não quero receber visitas porque não podem me ver assim,
não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração
peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca...
Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas
percebo que é tarde demais pra mim.

OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital
Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise,
que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia
veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram
essa carta, de parada cardíaca respiratória em
conseqüência da AIDS.

Por favor, repassem esta carta. Este era o último desejo
de Patrícia.

POR FAVOR AMIGOS, PEÇO-LHES ENCARECIDAMENTE QUE ENVIEM
ESSA CARTA A TODOS...SE ELA CHEGOU A SUA MÃO NÃO É POR
ACASO! SIGNIFICA QUE VOCÊ FOI
ESCOLHIDO PARA AJUDAR ALGUÉM!!! "
Obs.: Recebi esse e-mail na manhã de hoje da minha amiga Ana Carolina Nobre e gostaria de compartilhar com vocês aqui no meu blog para que essa história seja refletida por todos nós.

Abraços
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010


Cachorro é cliente?

Cachorro é cliente? Por não saber disto, uma empresa produtora de ração para animais se deu muito mal. Foi lançada no mercado uma nova ração que tinha tudo para ser um verdadeiro "boom".
Logo no lançamento, as vendas extrapolaram, em volume, as expectativas mais otimistas. Entretanto, após alguns meses o produto começou a encalhar. Ninguém conseguia entender nada. A mídia fora muito bem feita; foram gastos milhões de dólares em publicidade... O preço estava muito competitivo, e isto agradava muito aos donos dos cachorros... A marca do fabricante era conhecida e bem aceita. O produto continha bons e novos nutrientes; era tecnicamente muito bom. Isto agradava aos veterinários que o recomendavam aos seus clientes. Enfim, este novo produto tinha tudo para se consolidar como o novo líder do mercado. E por que isto não acontecia? Muito simples. A empresa perguntou a todos os segmentos de clientes envolvidos o que eles queriam: o dono do cachorro queria preço; o veterinário, um produto eficaz quanto ao aspecto nutritivo; os distribuidores e lojas especializadas queriam boas condições de preço e prazo para comercializar o produto. Tudo isto foi dado. Todos estavam satisfeitos exceto o totó, que rejeitava a ração, pois o sabor não era do seu agrado. Resultado: fracasso total (...)
Ninguém tem coragem de pôr "goela abaixo" de um animal de estimação, uma ração que não agrade ao paladar dele, ainda que ela seja nutritiva, ou tenha o menor o preço. O que ocorreu é que os testes de paladar foram falhos, e o principal cliente deste processo não foi atendido. E, nesse caso, o principal cliente era o cachorro. Uma lição inesquecível!


ALMEIDA, Sérgio. Cliente, eu não vivo sem você. Salvador: Casa da qualidade. 2005.

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Quem sou eu

Minha foto
Virginiana, curiosa, apaixonada por animais (em especial cães e gatos), inquieta, embora pareça ser uma pessoa calma minha mente ferve a cada segundo por informações. Quer saber mais? Leia o meu blog e descubra. Beijão