By Soraya Santos

domingo, 23 de janeiro de 2011


Amizade


Outro dia vasculhando minhas coisas encontrei um cartão 2009 do meu maninho Diêgo que dizia:

"A amizade é assim:

É sentir o carinho,

É ouvir o chamado.

É saber o momento de ficar calado.

Amizade é somar alegrias, dividir tristezas.

É respeitar o espaço, silenciar o segredo.

É a certeza da mão estendida.

A cumplicidade que não se explica,

Apenas se Vive!"
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Worth 1000


Pessoal descobri esse site em blog que andei visitando por aí e ele é o máximo! É incrível como eles transformam as coisas mais simples em coisas grandiosas e belas. O site é todo em inglês e cheio de montagens de todos os tipos. Confiram logo abaixo algumas imagens que selecionei para vocês conhecerem um pouco mais o trabalho desta turma:

Quanta informação, hein?

Você comeria este docinho?


E se a Angelina Jolie realmente usasse esse look:Acho que a Nicole Kidman nunca pensou em fazer isso no cabeleireiro, você não acha?

Gostou? Visite o original: http://www.worth1000.com/
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Em 2010...


Fazendo uma reflexão de como foi 2010 para mim, percebi que:
Conclui meu curso de inglês, mas pretendo dar continuidade em 2011 em uma outra instituição. Fiz minha crisma, não pintei meus cabelos.
Aceitei conhecer a Mary Kay de perto e atualmente sou Consultora. Continuo no Pão de Açúcar e isso tem me causado uma decepção por que esperava mudar de trabalho em 2010 e conseguir algo na área de Jornalismo na qual sou formada, mas por preguiça ou relaxamento deixei este sonho como 2º palno. Fui ao Aniversário do Siriguela e levei meu namorado e o Diêgo (amigo de trabalho, irmão, pessoa que confio) comigo. Mudei de casa para apartamento. No início estranhamos mais já estou me acostumando. Tive várias faltas no trabalho. Curti o carnaval em Quixadá. Conheci gente nova. Estive em casamentos.
Terminei a faculdade, colei grau, recebi meu diploma, apresentei minha monografia, tive minha festa de formatura e estive presente na colação da minha melhor amiga Camilla Viégas que também se formou em Jornalismo. Estive na festa de formatura dela também e ela na minha. Viagem para Aracaju-Se, vi meu irmão, minha avó por parte de mãe, acompanhei parte da gestação da minha prima querida Laís e vi primos, amigos, colegas, familiares e não vi meu pai depois de quase 6 anos que eu e minha mãe não íamos a nossa terra natal.
Discordei, julgei, pedi perdão por atos, comete alguns deslizes, alisei meu cabelo e amei. Não fui a festa da Débora e da Gaby Negona minhas comparsas, minhas cúmplices, minha eternas amigas de caminhada e carreira. Comprei minha câmera semi-profissional.
Gastei, vi vários filmes, não iniciei minha pós, fui enrolada por um curso que não aconteceu e meu dinheiro foi parar no ralo. Mudei meu celular (de novo) o atual ainda está novinho, mas me apaixonei pelo novo modelo da Sony Ericsson o W100i e não resisti. Escrevi mais no blog, sai mais com meus amigos...enfim, foram tantas coisas feitas.
Tantas idas e vindas. Tantos encontros e desencontros. Tantas coisas vividas que este ano penso que devo fazer a diferença em minha vida. Por isso, vamos ver o que rola nesses 11 meses que ainda estão por vir. Desejo que 2011 seja melhor que 2010 e seja abençoado, próspero, feliz, saudável e realizado.
Abraços!
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Bulimia



A bulimia se refere a um transtorno alimentar que corresponde ao consumo de alimentos em grande quantidade. É muito comum em jovens do sexo feminino e está ligada a um transtorno da imagem corporal e a estados de ansiedade. Quando ocorrem os ataques de bulimia, a jovem procura alimentos ricos em hidratos de carbono, que produzem a sensação enganosa de aliviar sua ansiedade e trazer um estado de ânimo mais elevado.


A jovem bulímica pratica verdadeiras "orgias alimentares", tendo dificuldade de parar de comer, fazendo-o apenas quando se sente cheia sem ter ingerido nada e com dores abdominais, causando sonolência. Se você conhece alguém que tem apresentado um comportamento semelhante a este alerte a família desta pessoa. Não fiquem calados! Não deixem que algo pior aconteça com pessoas que você estima verdadeiramente. E esteja sempre atenta a sua saúde, faça dietas somente se um médico lhe receitar, não saia por aí achando que está gorda demais ou magra demais. Não sigam dietas de famosos. Lembram daquela história de que nem tudo que é bom para fulano pode ser bom para você? É exatamente nesta hora que pomos este exemplo em prática. E o principal SE AME! Valorize a sua vida! Abraços!
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011


Relato de uma jovem traida pela ilusão do mundo. Mostrem aos seu filhos,alunos,amigos...

"Olá,Professores!
Pensei em vocês que trabalham diretamente com jovens e suas famílias...



Essa é a realidade de nosso mundo!!
Cuidado !!!


Eis aqui um testemunho autêntico.

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no
momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane
minha amiga escrever esta carta que será
endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja
tarde demais:

Eu era uma jovem 'sarada', criada em uma excelente
família de classe média alta Florianópolis. Meu pai é
Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou
sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e
o que tem e melhor,inclusive liberdade que eu nunca soube
aproveitar.

Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e
manequim para a Agência Kasting e fui até o final do
concurso que selecionou as novas Paquitas
do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um
Book na Agência Elite em São Paulo.

Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a
atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de
'Floripa', Coração de Jesus. Tinha todos os
garotos do colégio aos meus pés.

Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema,
curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a
oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino
começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de
amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.
Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais
apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no
'Bude', famoso barzinho na Rua XV.

À noite fomos ao 'PROEB' e no 'Pavilhão
Galego' tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.
Aquela movimentação de gente era trimaneira''.

Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava
escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha
ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de OKTOBER,
tomei o meu primeiro porre de CHOPP.

Que sensação legal curti a noite inteira
'doidona', beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas
amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com
guaraná para enganar os 'meganha', porque menor
não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os
otários' não percebiam.

Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase
em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.. Deram-me umas
injeções de glicose para melhorar. Quando fui
ao apartamento quase 'vomitei as tripas', mas o meu
grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor
de cabeça horrível, um mal estar daqueles como
tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de
S. Paulo, que alugaram um ap' no mesmo prédio. Nem
imaginava que naquele dia eu estava sendo
apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no
sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da
manhã fomos ao 'ap' dos garotos para curtir o
restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso
baseado'Cigarro de Maconha', que me ofereceram.

No começo resisti, mas chamaram a gente de 'Catarina
careta', mexeram com nossos brios e acabamos
experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de
baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora
experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma o 'Marcos', fazia
carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser
cocaína. Ofereceram-me,mas não tive coragem naquele dia.
Retornamos a 'Floripa' mas percebi que alguma coisa
tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas
experiências, e não demorou muito para eu novamente
deparar-me com meu assassino 'DRUGS'.
Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando
comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem
perceber, eu já era uma dependente química, a partir do
momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.

Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com
esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um
monte de porcaria.

Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com
sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não
compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada
um cedia para diluir o pó.

No início a minha mesada cobria os meus custos com as
malditas, porque a galera repartia e o preço era
acessível. Comecei a comprar a 'branca' a R$ 10,00
o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$
20,00 a boa, e eu precisava no minimo 5 doses diárias.

Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus
'novos amigos'. Às vezes a gente conseguia o
'extasy', dançávamos nos 'Points' a noite
inteira e depois... farra!

O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais
perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles
não tinham nada a ver com a minha vida...

Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou
trocar por drogas....Aos poucos o dinheiro foi faltando e
para conseguir grana fazia programas com uns velhos que
pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para
conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha
família foi se desestruturando.
Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.
Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para
tentar reverter o quadro.
Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas
logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola,
bons amigos e família.
Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi
decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS,
não sei se me picando, ou através de relações sexuais
muitas vezes sem camisinha.

Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os
homens pagavam mais para transar sem camisinha.

Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço,
foram acabando, família,amigos,pais, religião, Deus, até
Deus, tudo me parecia ridículo.

Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou
deixar de amá-los.

Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a
joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg, horrível,
não quero receber visitas porque não podem me ver assim,
não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração
peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca...
Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas
percebo que é tarde demais pra mim.

OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital
Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise,
que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia
veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram
essa carta, de parada cardíaca respiratória em
conseqüência da AIDS.

Por favor, repassem esta carta. Este era o último desejo
de Patrícia.

POR FAVOR AMIGOS, PEÇO-LHES ENCARECIDAMENTE QUE ENVIEM
ESSA CARTA A TODOS...SE ELA CHEGOU A SUA MÃO NÃO É POR
ACASO! SIGNIFICA QUE VOCÊ FOI
ESCOLHIDO PARA AJUDAR ALGUÉM!!! "
Obs.: Recebi esse e-mail na manhã de hoje da minha amiga Ana Carolina Nobre e gostaria de compartilhar com vocês aqui no meu blog para que essa história seja refletida por todos nós.

Abraços
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010


Esse cãozinho é demais!



Já pensou, entrar em uma loja e ser atendido por um cachorro? É isso mesmo, "na Flórida (EUA), o cachorro Cody virou a grande atração de uma loja de conveniências da cidade de Clearwater, onde “trabalha” diariamente.

Tudo começou há cinco meses, quando a proprietária do estabelecimento resolveu levar o cachorro ao trabalho. Ele se sentiu tão à vontade e cativou de tal forma os clientes, que a dona decidiu “empregá-lo”.

Hoje, quando algum cliente aciona a campainha do drive-through, Cody é o primeiro a aparecer na janela de vidro. Uniformizado, porque essa é a regra da casa.

O sucesso do cão-atendente ultrapassou os limites deClearwater para virar pauta de reportagem do jornal The St. Petersburg Times.

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Cachorro é cliente?

Cachorro é cliente? Por não saber disto, uma empresa produtora de ração para animais se deu muito mal. Foi lançada no mercado uma nova ração que tinha tudo para ser um verdadeiro "boom".
Logo no lançamento, as vendas extrapolaram, em volume, as expectativas mais otimistas. Entretanto, após alguns meses o produto começou a encalhar. Ninguém conseguia entender nada. A mídia fora muito bem feita; foram gastos milhões de dólares em publicidade... O preço estava muito competitivo, e isto agradava muito aos donos dos cachorros... A marca do fabricante era conhecida e bem aceita. O produto continha bons e novos nutrientes; era tecnicamente muito bom. Isto agradava aos veterinários que o recomendavam aos seus clientes. Enfim, este novo produto tinha tudo para se consolidar como o novo líder do mercado. E por que isto não acontecia? Muito simples. A empresa perguntou a todos os segmentos de clientes envolvidos o que eles queriam: o dono do cachorro queria preço; o veterinário, um produto eficaz quanto ao aspecto nutritivo; os distribuidores e lojas especializadas queriam boas condições de preço e prazo para comercializar o produto. Tudo isto foi dado. Todos estavam satisfeitos exceto o totó, que rejeitava a ração, pois o sabor não era do seu agrado. Resultado: fracasso total (...)
Ninguém tem coragem de pôr "goela abaixo" de um animal de estimação, uma ração que não agrade ao paladar dele, ainda que ela seja nutritiva, ou tenha o menor o preço. O que ocorreu é que os testes de paladar foram falhos, e o principal cliente deste processo não foi atendido. E, nesse caso, o principal cliente era o cachorro. Uma lição inesquecível!


ALMEIDA, Sérgio. Cliente, eu não vivo sem você. Salvador: Casa da qualidade. 2005.

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Quem sou eu

Minha foto
Virginiana, curiosa, apaixonada por animais (em especial cães e gatos), inquieta, embora pareça ser uma pessoa calma minha mente ferve a cada segundo por informações. Quer saber mais? Leia o meu blog e descubra. Beijão